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7.7.17

[SÉRIE] El ministerio del tiempo (e também sobre o jogo "Gardens of time")

7.7.17
Fonte: http://bluper.elespanol.com

Esses dias, eu estava passeando pela página dessa série no facebook e vi os espanhóis irados porque, ao que tudo indica, a Netflix comprou essa série (e esteve restringindo seus direitos de exibição para espanhóis no exterior, daí a fúria deles) e muito em breve ela fará parte do cartaz do canal. Eu espero isso com toda força da minha alma, sério! Assim, bateu a empolgação e só penso em falar dela.

De fato, meu amor por essa série começa antes de ela começar. Senta que é uma história engraçada: 

13.4.17

Tag netflix

13.4.17
Créditos: http://poltronanerd.com.br


Aquela pessoa que faz um post falando mal de TAG, de repente acha umas mil legais do nada e quer responder todas. Especialmente no BEDA.

Nem vou desabafar muito sobre esse desafio, porque vou esperar o dia, quando chegarmos à metade. 

Até lá, vamos...

Achei essa TAG no blog http://perguntasparatags.blogspot.com.br. Para mim, é divertidíssimo que existam blogs especialistas em armazenar TAGs, mas, ok, eles me ajudam muito.

Como todo mundo sabe, meu vício por séries transcende o saudável e alcança um nível estranho. Não deixo de fazer as coisas por causa das séries, mas passo muito perto e sambo muito pra colocar tudo nos eixos. Esses dias fui ver no TVShowtime minha média de episódios por semana e deu 26 episódios e fiquei pensando o que faço da minha vida... E uma tese precisa ser escrita.

Tudo bem.

Quando apareceu essa TAG da netflix, pensei que ela foi feita pra mim, de modo que não posso deixar de responder. Pode ser que dela surja dicas legais, quem sabe. Eu até hoje sempre tive indicações muito interessantes de séries em blogs.

Perguntas:

10.4.17

Dicas de séries de época [parte 2]

10.4.17
Créditos: http://www.hollywoodreporter.com


Semana passada, dei algumas indicações de séries de época que assisto ou assisti. Você pode conferir o post aqui. Acabei me empolgando e não consegui falar sobre todas, então, eis-me aqui para continuar o post.

Na postagem anterior, disse que não falaria das mais famosas, mas acabei de mudar de ideia, então vamos lá xD. Mais uma vez, vou pela ordem crescente de preferência.

5.4.17

Dica de série: Merlí [2015]

5.4.17
Créditos: http://obviousmag.org


Acho que foi no primeiro post desse ano de 2017 que falei sobre Merlí, citando como uma das grandes surpresas de séries que comecei a ver por acaso. Daí disse que queria falar mais demoradamente sobre ela, e eis que surge a oportunidade.

Merlí (Merliiiiiiiiii, não Merlin, socorro, todo mundo acha que eu falo de Merlin e não tem nada a ver), é uma série catalã, lançada em 2015 pelo canal TV3 e que conta a história do professor de filosofia Merlí Bergeron e de sua turma de alunos, que ele intitulou "Os peripatéticos", palavra grega que significa "itinerantes" ou "ambulantes" e que também denomina a escola filosófica que seguia os ensinamentos de Aristóteles.

A série tem um ar de "Sociedade dos Poetas Mortos", mas tem aquele diferencial de trazer um professor relativamente mais humanizado e menos idealizado. Merlí já um é um senhor, mas a história começa com ele sendo despejado de casa e indo pedir "asilo" pra mãe, uma atriz famosa chamada Calduch -- que também é ótima, melhores cenas são as dos dois.

Pra completar, a ex exposa vai de mudança pra Roma; ele e o filho, que o odeia, passam a conviver, e acaba que ele vai dar aulas na própria escola do filho e ser o professor da sua turma.

Nunca fui fã de série jovem/adolescente, especialmente essas que passam no ambiente escolar, porque é muito difícil fugir de assuntos batidos e de certo didatismo irritante -- e também porque já deixei de me identificar com esses temas há muito tempo --, porém Merlí consegue escapar de muitos clichês e trazer, além de uma série PARA adolescentes, uma série SOBRE adolescentes, e sobre essa nova maneira de esse meninos lidarem com o mundo, com as suas próprias experiências e com as gerações anteriores.

Por mais que o Merlí seja um ótimo professor e goste muito da sua sala e dos seus peripatéticos, ele está muito longe de ser um bom exemplo hahaha. Sua reação com as mulheres é algo extremamente problemática, o que acaba afetando sua família e seus alunos. E isso é mostrado na série com muita maestria, pois a maneira como ele vê e trata as coisas, frente às suas atitudes e as coisas que ele ensina, dá muito pano pra manga pra pensarmos várias coisas. E os criadores da série não deixam barato e colocam à prova sua maneira de pensar o tempo todo. 

Pessoal geralmente gosta de colocar Merlí como uma série LGBT, por causa do Bruno, filho do professor, e seus conflitos com sua homossexualidade, porém, por mais que eu admire a audácia da série em tratar isso de uma maneira super linda, acho que Merlí é mais universal que isso. Inclusive, se tivermos uma visão de colocarmos as coisas na caixinha, vai ser muito difícil aproveitar essa série e as oportunidades de pensar outside the box, que é o que a história nos convida  a fazer o tempo todo.

Cada episódio tem o nome de um filósofo, que é tema da aula do Merlí para os meninos, mas as ideias desse pensador, ou dessa pensadora, perpassa o andamento do episódio inteiro, o que é muito legal e pode até ser um forte instrumento de ensino para os professores de filosofia nas escolas aí.

A série começa com os vários personagens-tipo dentro de uma sala de aula, mas depois acaba relativizando e desdobrando essas questões.

Vale muito a pena ver, de verdade.

A primeira temporada tem na Netflix.

*******

Vocês já conheciam a série?

Comentem aí!








4.4.17

Aberturas de série que nunca salto

4.4.17
Créditos: Pixabay

Sou uma pessoa muito viciada em séries, mais do que deveria, muito mais. Acompanho várias, mas confesso que a abertura da maioria, depois de quatro ou cinco episódios, fica impossível não saltá-las, por mais legais e interessantes que sejam, como é o caso da abertura de "O demolidor", por exemplo, que eu AMO, ou a abertura de Powerless, que eu achei super criativa.

Porém tem umas séries com umas canções de abertura tão legais que eu sempre me empolgo cantando ou me divertindo, e daí a abertura passa e eu não salto.

Vou colocar minha listinha aqui, espero que vocês gostem:

2.4.17

Dicas de Séries de Época [parte 1]

2.4.17
Créditos: http://www.mediaweek.com.au/

Acho que, eventualmente, todo ser humano curte uma seriezinha de época pra interagir melhor com a História e o passado. Muito óbvio que eu sou uma dessas pessoas. 

Por mais que minha preferência não seja esse tipo de seriado, quando eu decido ver algo no estilo, prezo muito que a série seja bem construída e fiel à época que quer retratar, seja parodiando-a ou levando-a a sério — apesar de que raramente vejo paródias.

A questão é que quando vi essa sugestão de postagem no Grupo Café com Blog, não resisti e decidi compartilhar minha listinha de séries de época com vocês que é até considerável.

No meu caso, acho que tudo dos anos 70 pra trás, é série de época xD.

Vamos à minha lista, vou por ordem crescente de preferência mesmo. 

17.1.17

Divagações de ano novo, dicas de séries e insert folha de resumos/fichamentos

17.1.17
Créditos: Pixabay

Ultimamente o blog anda recebendo umas curtidas aleatórias, creio que pela divulgação gratuita que o portfolio da Lari tem me proporcionado. Acho ruim, não haha, só me dá vergonha que a última postagem tenha sido nos confins do ano passado e eu não tenha nada interessante para apresentar e fidelizar meus novos leitores. Espero sanar isso em breve.

O primeiro post do ano costuma ser aquele de metas e promessas e empolgações e lista de desafios e essas coisas, mas dessa vez vou me abster de fazer isso, porque pensei no que fazer pra 2017 e só uma coisa ficou apitando na minha cabeça:


ESCREVER A TESE!

Como a pessoa chega num terceiro ano de doutorado mais perdida que cego em tiroteio? Prazer, euzinha Mello. Esperando alguém plugar alguma coisa no meu pescoço que nem fizeram com o Neo de Matrix e ele aprendeu tudo do mundo em 30 segundos...


Créditos: eframe.sussex.ac.uk

Então, pensando nisso, acredito que vou me abster de metas e desafios por esse ano e me concentrar na minha prioridade. De todos os modos, vou tentar postar no blog regularmente — esse é um objetivo desde 2014 que nunca consegui cumprir, mas ok.




2016 foi um ano muito louco, mas pessoalmente foi muito bom pra mim. Colhi muitos frutos que foram plantados ao longo da minha vida e espero continuar colhendo esse ano. Tomara que continue assim, apesar de que 2017 começou de um jeito muito assustador, cheio de notícias ruins...



Comecei a ver várias séries neste ano novo, porque séries são vida. Deixo aqui algumas recomendações:

- Vi Merlí e simplesmente amei, a melhor série de temática jovem do mundo! Vi num lugar que colocaram ela como série LGBT, mas acho isso um pouco reducionista, a série abarca esse tema, mas abarca também várias outras coisas do mundo adolescente e adulto. É uma série para adolescente, mas, acima disso, uma série SOBRE adolescentes.

Louca pra Netflix subir a segunda temporada logo!

20.1.16

[SELECT] Personagens de séries que me representam

20.1.16


Tinha prometido a mim mesma que postaria regularmente três vezes por semana, assim como tinha prometido que só postaria blogagem coletiva uma vez por semana, e parece que já comecei a falhar. Mas sou brasileira e não desisto nunca, então voltarei a tentar xD.

Preciso postar a resenha do desafio 24 filmes. Amanhã verei algo digno sobre o qual escrever um review.

Enquanto isso, antes que vença o mês e eu perca esse tema lindo proposto pelo BLOGS QUE INTERAGEM SELECT, quero muito falar sobre "personagens de séries que me representam", porque sou dessas que vê séries pelas personagens e nem tanto assim pela história. Basta um me conquistar que eu engulo o enredo que for xD. Devo ressaltar que de início interpretei "representam" como "com que identifico". Depois, no final, fiquei pensando que a representação podia ter uma conotação diferente, como algo que é símbolo do que acredito ou de como acredito que deveriam ser as coisas. Daí acabei escolhendo mais uma personagem para identificar esse aspecto também. Colocarei-a como "menção honrosa".

Vamos à lista, tentei ser diversificada, escolhendo homens e mulheres:

12.1.16

Séries que vou retomar em 2016

12.1.16


É bem verdade que neste ano de 2016 quero me dedicar muito menos às séries e mais aos livros e filmes, porque em 2015 fui abduzida por elas e me sobrou muito pouco tempo para me dedicar às outras coisas de que gosto.

Então a ideia não é ficar procurando série nova e, se pintar a vontade de ver alguma, retomar as antigas encalhadas da "geladeira". 

São elas:


House of Cards




Parei de ver House of Cards porque me senti dentro dessa série com as coisas que eu vivi em 2015 (sente o drama) e foi muito minblowing. Porém, já a retomei. Acho que, no final das contas, House of Cards ensina para a vida, sério. Todas as personagens são tão complexas, tão individualistas e tão ruins que abre nossos olhos pra muita coisa. Sem contar que as pessoas são movidas como peças num jogo de xadrez e uma ação mínima que parece não mudar nada, de repente coloca o cenário todo às avessas. Por isso preciso retomar essa série, exercitar o pensamento estratégico, começar a entender melhor "o jogo" e aprender a dominar as situações em lugar de só reagir a elas hehehehe. 


****


Hannibal




Hannibal só não é a série mais bem feita que eu já vi na vida porque Black Mirror tomou o lugar dela. Então ela é a 2a série mais bem feita. Tive de parar de ver porque geralmente assisto séries à noite e, gente, sério, sonhei com Hannibal todas as vezes. Não, não foi legal, porque a atmosfera da história é sufocante e terrível. Isso faz dela excelente, porém, gosto de dormir e descansar xD.

Mas quero retomar, porque, como disse, é uma das melhores séries já feitas, o cuidado com o enredo, com a composição das personagens, com a fotografia, cenário, símbolos, que isso, coisa de outro mundo. 


***

How I met your mother




Todo ser humano que conheço fala maravilhas de How I met your mother. Daí que comecei a ver. Apesar de ter achado o Barney excelente e achado o Ted um chato, até gostei da 1a temporada. Parei de ver porque não estava mesmo com humor para comédia. Mas pretendo continuar nesse 2016, só não sei quando (ainda não estou com muito humor para comédia xD). 



***

Residue




Essa é uma minissérie. Curti muito a proposta, muito mesmo. Acho que parei de ver porque fui solapada por outras vááááárias séries, acabou que ficou esquecida. Pretendo retomar assim que der. 


******


Por incrível que pareça, não foi um post quilométrico. Todas comemora'

E, vocês, gente, estão querendo retomar quais séries?
5.8.15

Séries que não deveriam acabar

5.8.15


Hoje eu tenho que admitir que fiquei aqui olhando um tempão para a tela do computador, meio desesperada sobre o que postar. Ninguém manda olhar todos os links da planilha do BEDA...

Enfim, tendo vasculhado vários grupos, resolvi desenterrar uma blogagem coletiva do Blogs Up (um grupo de interação lindo, gente, corram lá) e falar sobre as séries que não deveriam te acabado na minha opinião. Então senta que la vem mimizage da braba, porque "acabado" pra mim virou sinônimo de "cancelado".






1. Drácula




Sinopse: A série apresenta Drácula quando ele chega em Londres, passando-se por um empresário norte-americano que deseja levar a modernidade científica à Sociedade Vitoriana. Na verdade, o que ele deseja é executar sua vingança contra as pessoas que arruinaram sua vida séculos antes. Apenas uma coisa pode estragar seus planos: Dracula se apaixona perdidamente por uma mulher que parece ser a reencarnação de sua falecida esposa. Fonte: Adoro Cinema

A série é de 2013, só teve uma temporada e ainda não superei o seu cancelamento. Por que, Deus, cancelar logo essa série que estava indo super lindamente? Era uma oportunidade de uma releitura contemporânea do vampiro e o Jonathan Rhys Meyers estava interpretando-o com maestria. Vi na série uma tentativa de humanizar o drácula, mas sem romantizá-lo, e, em relação a esse universo, estava esperando por isso muito tempo. Sem contar que achei os criadores super ousados em fazer uma série referencial (era uma espécie de "prequel" do livro). Embora as pessoas possam dizer que "não tinha ação na série", pra mim, ela foi criada para quem leu drácula MESMO. 

O resultado catastrófico só pôde ter vindo desse detalhe, né? 


2. Rev.




Sinopse: A série pretende explorar os bastidores da administração de uma igreja nos dias de hoje, época em que precisa enfrentar a concorrência do mundo do entretenimento e das novas mídias; bem como expor as dificuldades diárias de se manter as obrigações que o cargo de pastor impõe. Fonte: baixartv.com



Só fiquei sabendo do cancelamento de Rev. porque o Series Guide marcou-a como finalizada, e o baque foi grande. Rev figura, com certeza, o meu top10 de séries de longe, porque se trata de uma história irreverente, recheada de humor negro e com sua dose de drama bem precisa. Isso, claro, sem contar que todos os episódios fazem com que nos voltemos para nossa própria conduta como seres humanos por meio das ações das personagens que se dizem muito "honradas", assumindo esses lugares.

O cancelamento da série se deu porque a grande maioria dos atores se meteu a fazer outros trabalhos e fico atolada nele xD.


3. Constantine




Sinopse: Baseado no personagem da DC Comics, Constantine acompanha o enigmático vigarista John Constantine que se torna detetive das forças ocultas e se vê obrigado a defender o nosso mundo das representações malignas do além. Fonte: minhaserie.com.br

Um dia vou entender porque me cancelam uma série que estava na melhor parte... Tudo bem que Constantine demorou a engatar, mas o que as pessoas esperam de uma primeira temporada? Que os produtores joguem tudo na tela como se não houvesse amanhã, pra segunda temporada ser tosca porque esgotaram tudo na primeira?

(Choremos...)


4. The Newsroom



Sinopse: The Newsroom é a nova série de TV que Aaron Sorkin (West Wing, A Rede Social) desenvolve na HBO.
       Na trama, após cometer um deslize em público e ter de sair em férias forçadas, o âncora Will McAvoy (Jeff Daniels) retorna para a redação de seu telejornal e descobre que sua equipe foi substituida. Ele, então, deve aprender a lidar com seu novo time - que inclui sua ex-namorada Mackenzie McHale (Emily Mortimer) como a produtora-executiva do programa fictício News Night.
       Jane Fonda vive Leona Lansing, CEO da empresa dona do canal de notícias por assinatura ACN e Sam Waterston é o presidente da emissora, Charlie Skinner. Alison Pill, John Gallagher Jr., Olivia Munn, Dev Patel e Thomas Sadoski formam a equipe editorial. Fonte: omelete.uol.com.br


Ainda estou assistindo "The Newsroom", porque é impossível parar depois que você começa. Só de no elenco principal ter "Jeff Daniels" pra mim é motivo suficiente pra acompanhar, mas se ainda não foi, basta colocá-lo junto da Emile Mortimer. Não quero falar muito sobre essa série porque quero fazer um post só pra ela, do tanto que é boa.

Daí me cancelar uma lindeza dessa porque o roteirista está escrevendo sobre a vida do Steve Jobs, eu tenho vontade de pular de uma ponte cada vez que releio isso.


Já viram alguma? Quais séries você não gostariam que tivessem acabado?




27.5.15

Demolidor [2015]

27.5.15


Sinopse: Matthew Michael Murdock (Charlie Cox) é um jovem atleta e excelente aluno. Ainda na adolescência, um acidente envolvendo um caminhão que carregava lixos tóxicos o deixou cego e fez com que ele desenvolvesse vários sentidos. Quando Matt decide vestir o uniforme e adotar o nome "Demolidor" (Daredevil), leva uma vida dupla: é advogado durante o dia, e, à noite, protege as ruas de Hell's Kitchen, seu bairro em Nova York. Fonte: adorocinema.com.br

Apenas acabei a minha maratona de Demolidor na Netflix e tive que vir correndo contar as minhas impressões sobre a série.

Antes de tudo, devo dizer que sou totalmente leiga em relação aos quadrinhos, ou seja, tudo o que eu conheço é baseado naquele filme do Ben Affleck, então já peço desculpas adiantadas se eu falar qualquer bobeira. Mas, claro, isso não impede que você me mostre onde errei, realmente aprendo muito com essas interlocuções.

Acabei resistindo muito em ver a série, porque essa premissa de um super herói cego que luta melhor que qualquer pessoa que enxerga não me emocionou nem um pouco (aquela coisa de ele enxergar na chuva, então, me doeu os ossos). E, ainda pensando no filme, a história em si não pareceu nada chamativa, daí que resolvi assistir só porque praticamente todas as séries que acompanho entraram em hiatus e fiquei sem nada para ver.


Ainda bem que isso aconteceu.


O que chama a atenção, logo de início, é o fato de que a equipe de criação cuidou muito bem da verossimilhança. O tempo todo, e em momentos muito oportunos, surge uma explicação aqui e ali que faz com que o cenário todo tenha sentido, mesmo que essas explicações sejam entrecortadas e não sejam definitivas. Isso me causou a impressão de que a história foi muito bem arquitetada, muito bem pesquisada e seriamente escrita/produzida. Como se os caras fossem fãs de verdade e estivessem inclinados a fazer uma coisa comercial e de qualidade ao mesmo tempo. Isso é possível, na minha opinião.




Daí acho que eles acabaram cuidando tanto, construindo tanto, querendo passar a ideia completa de um contexto, que a história demorou a engatar. Particularmente, só comecei a achar o enredo envolvente a partir do capítulo 9, ainda que as coisas já comecem a andar por volta do capítulo 5. Antes disso, temos caracterização de personagem e construção de cenário. Não sei se é negativo ou positivo, até porque se começarmos a ver do ponto em que a "história anda", não vamos entender muita coisa. Porém, creio que umas pistas e umas preparações para o expectador seriam muito bem-vindas pra dar aquele "ar" de expectativa que a série não passa até o capítulo 9. E falo muito dele porque é quando o grande vilão aparece pra valer, ou seja, na minha opinião, é um capítulo divisor de águas na série.

Exatamente aqui, no vilão, me parece que foi onde os criadores/produtores da série apostaram as fichas. Tem muito tempo que não vejo um tão bem caracterizado, tão bem criado, e tão bem interpretado. Temos que aplaudir muito o Vicent D'onofrio, chamado de "camaleão" não à toa. A identificação com ele é precisa, e há momento em que nos pegamos em uma "gray area" sem saber se torcer pelo herói ou por ele, sem contar as discussões sobre o homem ser produto do seu meio, da sua criação, e como suas atitudes são moldadas ao longo da vida. Enfim, coisas de que eu gosto. Pra mim, a construção do Fisk é uma verdadeira aula; a interpretação idem. D'onofrio coloca detalhes na sua interpretação, uns tiques aqui e ali que fazem uma diferença absurda.




A série tem um tom sombrio e a censura +18 já marca que virão cenas de muita violência. Na minha opinião, violência gratuita demais. Mas há quem gosta. Eu acabei fechando os olhos em várias cenas, e as que me pegaram de surpresa me deixaram impressionadíssima. Sou meio sem estômago pra violência, de todos os modos.

Gostei demais do elenco, e foi o que acabou me motivando a continuar a ver os primeiros 5 capítulos da série. Especialmente da escolha da Deborah Ann Woll que é super nerd e merecia demais participar de uma série de super heróis xD. E já estou shippando hard ela com o Matt, porque sim xD




Já vi que há uma 2a temporada garantida para 2016, então recomendo muitíssimo a série para quem curte essas temáticas de super-heróis. Ainda mais porque o Matt é um herói em conflito e está o tempo todo dialogando entre o que ele faz e o que ele poderia fazer para salvar a cidade, sendo que esse "poderia fazer" não é nada, nada cristão... As reflexões dele se tornam as nossas, e vamos construindo nosso pensamento junto com ele, o que me soa muito "entretenido" como diz meus amigos colombianos, além de humanizá-lo e colocar a gente como participante da história de algum modo. 


Título original: Marvel's Daredevil
Criada por: Drew Goddard (2015)
Elenco: Charlie Cox, Deborah Ann Woll, Elden Henson...
País: EUA
Gênero: Drama, Fantasia, Ação
Status: Em produção
Duração: 42 minutos
Fonte: adorocinema.com.br
 Avaliação
10.5.15

Personagens com que me identifico

10.5.15



Na arte de um modo geral, aquilo que nos marca costuma estar ligado à comoção que determinada manifestação artística nos provoca, que nos permite apropriar do pensamento alheio, nos fundirmos e nos confundirmos a ele. Logo, de certo modo, nosso juízo de valor está relacionado ao nível de identificação que temos com determinada obra. 

Já tem um tempo que eu queria trazer uma lista com as personagens com as quais me identifico, porque acaba sendo uma oportunidade de falar sobre filmes, séries e livros, tudo aquilo sobre o que gosto de falar. Agora surgiu a oportunidade perfeita, com a blogagem coletiva do meu grupo do core (Blogs que interagem). Tentei ser muito ampla na minha lista e abarcar de livros até novelas. Foi divertido fazer essa compilação, porque até acabou traçando um perfil de quem eu sou. 

Enfim, espero que a lista desperte alguma coisa em alguém e sirva para alguma coisa. Não vou seguir ordens, acho que cada personagem tem seu mérito, independentemente de onde pertence. Vamos lá:

1. Floriano Cambará [Livro: O tempo e o vento - Arquipélago 1, 2 e 3, de Érico Veríssimo]




É bom ressaltar que tudo o que eu sei na vida sobre a Era Vargas se deve à leitura dos Arquipélagos de O tempo e o vento. Mas o que me manteve firme e forte mesmo na leitura foi a personagem Floriano Cambará. Pelo que eu me lembro (já tem mais 10 anos que li), Floriano é um intelectual que passa os três livros digredindo muito, à mercê do mundo e tentando escrever seu romance (que, no final das contas, é o próprio O tempo e o vento, no sentido de ser uma saga da sua família, os Terra Cambará). 

Já não lembro muitas coisas pontuais a respeito dessa personagem, porém tenho nítido o impacto que ler a história do Floriano me causou. Sentia profundamente que Veríssimo escrevia sobre mim sem nem nenhuma cerimônia, como se tivesse predito meu nascimento ou como se eu mesma fosse uma criação dele. Floriano, assim como eu, não conseguia viver sem "filtrar" no pensamento qualquer atitude e terminava vivendo a mesma coisa duas vezes, porque o empírico parece impossível de apreender, só o pensamento torna as experiências possíveis. Sem contar que tudo é material para sua narrativa; ele se agarra a todos os conflitos pormenorizadamente, porque tem certeza de que aquilo é importante para seu livro.


7.1.15

Vilões favoritos

7.1.15


Meu grupo do coração, Blog que interagem, selecionou três temas de blogagem coletiva para esse mês de janeiro (que você pode ver no banner acima). Dentre eles, escolhi falar dos meus vilões favoritos. Tenho de confessar que, no início, o tema me pareceu muito empolgante, porém a tarefa não foi fácil. Não costumo ler, tampouco ver, tantas histórias assim em que a figura bem delineada de um vilão aparece, e, além disso, tem o fato de que temos aqueles vilões com quem simpatizamos ao longo da história, e aqueles que odiamos severamente. Creio que ambos os tipos têm seu mérito e merecem configurar a categoria de "favoritos". Então, vou tentar aqui fazer uma pequena lista, abarcando livros, filmes e séries. Alguns vão acabar ficando de fora, mas considerei os que primeiro vieram à mente:


2.1.15

Warehouse 13

2.1.15


Sinopse: Os agentes do Serviço Secreto Pete Lattimer e Myka Bering são designados para tomar conta de um armazém secreto que esconde artefatos misteriosos após terem salvo a vida do presidente. Os agentes são responsáveis por localizar objetos desaparecidos em todo o país e monitorar atividades sobrenaturais que podem indicar a presença de um novo objeto que eles devem recuperar. Fonte: minhaserie.com

Exibição: 2009 - 2014
Dirigido por: Constantine Makris Eric Laneuville Ken GirottiMichael W. Watkins Tawnia McKiernan
Temporadas: 5 temporadas

Em primeiro lugar, antes de escrever esse comentário, andei lendo que Warehouse 13 faz parte do Universo Alternativo de Eureka e The Alphas, ambas séries do canal Scy Fy também. Não vi nem uma nem outra, por isso minha opinião é de uma leitora leiga no que diz respeito a essa visão geral. (Daí a gente pode ver que essa ideia da D.C de fazer crossover com Arrow e The Flash não é algo original, enfim...)

Tendo isso em conta, posso dizer que Warehouse 13 é uma série que distrai. Tem uma premissa super interessante, essa de um depósito que guarda artefatos mágicos de todas as épocas e lugares, e seu desenvolvimento se dá de maneira progressiva, ou seja, a temporada seguinte é sempre melhor que a anterior. Mas é uma série comercial, voltada talvez para a família, que não tem tantas reviravoltas nem nada que nos faça perder o fôlego. 
29.11.14

Weeds [2005/2012]

29.11.14






Gênero:  Humor negro/ sátira
Episódios: 102 (8 temporadas)
Ano: 2005 - 2012
Canal: Showtime
Criadora: Jenji Kohan

Sinopse: Weeds conta a história de Nancy Botwin (Mary Louise Parker), uma dona de casa que fica viúva e, para manter o mesmo estilo de vida, torna-se uma traficante de drogas (maconha, especificamente) no subúrbio da Califórnia.


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