1.6.17

Lugar comum

1.6.17



Os rituais de todo dia
a cabeça que assente
as palavras que abraçam
os olhos que sorriem.

E tudo parece muito
E tudo é muito por ser pouco.

O que fazer quando as mãos que desejam
tocar as rosas machucam as pétalas?
O que fazer quando o brilho do olhos se apaga
porque a alma é supernova?

Que janela, que vidro, que cristal
é capaz de revelar
o impossível?



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