14.2.15

Parada

14.2.15



, e então ela passou — um pedaço do incontável — ou fui eu que passei?... Sussurrando suave ao meus ouvidos, em sintonia com o que eu quis quando sabia querer. Não é isso o verdadeiro amor? Tinha nos olhos as compreensões mais harmônicas dosadas com a tristeza sensual em sorriso de Gioconda, dançando atrás de cortinas e cortinas. E tive três minutos da mais clara felicidade esquecida no canto do ônibus, com a alma voltada para fora, projetada em janelas para o impossível real de uma ideia não pensada. E então ela saiu das minhas vistas, parada no momento que não consegui guardar .E. No vazio deixado pela sua presença as coisas foram caindo outra vez no lugar, pouco a pouco, passo a passo, cinzentas e mudas, estridentemente confortáveis como desde sempre.

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2 comentários:

  1. Respostas
    1. Waaaa, sua linda, obrigadaaa!
      Gente, tanto tempo que alguém não comentava nenhum texto que eu escrevi,
      TÔ no céuuu *---*
      Um beijooo!

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