17.1.17

Divagações de ano novo, dicas de séries e insert folha de resumos/fichamentos

17.1.17
Créditos: Pixabay

Ultimamente o blog anda recebendo umas curtidas aleatórias, creio que pela divulgação gratuita que o portfolio da Lari tem me proporcionado. Acho ruim, não haha, só me dá vergonha que a última postagem tenha sido nos confins do ano passado e eu não tenha nada interessante para apresentar e fidelizar meus novos leitores. Espero sanar isso em breve.

O primeiro post do ano costuma ser aquele de metas e promessas e empolgações e lista de desafios e essas coisas, mas dessa vez vou me abster de fazer isso, porque pensei no que fazer pra 2017 e só uma coisa ficou apitando na minha cabeça:


ESCREVER A TESE!

Como a pessoa chega num terceiro ano de doutorado mais perdida que cego em tiroteio? Prazer, euzinha Mello. Esperando alguém plugar alguma coisa no meu pescoço que nem fizeram com o Neo de Matrix e ele aprendeu tudo do mundo em 30 segundos...


Créditos: eframe.sussex.ac.uk

Então, pensando nisso, acredito que vou me abster de metas e desafios por esse ano e me concentrar na minha prioridade. De todos os modos, vou tentar postar no blog regularmente — esse é um objetivo desde 2014 que nunca consegui cumprir, mas ok.




2016 foi um ano muito louco, mas pessoalmente foi muito bom pra mim. Colhi muitos frutos que foram plantados ao longo da minha vida e espero continuar colhendo esse ano. Tomara que continue assim, apesar de que 2017 começou de um jeito muito assustador, cheio de notícias ruins...



Comecei a ver várias séries neste ano novo, porque séries são vida. Deixo aqui algumas recomendações:

- Vi Merlí e simplesmente amei, a melhor série de temática jovem do mundo! Vi num lugar que colocaram ela como série LGBT, mas acho isso um pouco reducionista, a série abarca esse tema, mas abarca também várias outras coisas do mundo adolescente e adulto. É uma série para adolescente, mas, acima disso, uma série SOBRE adolescentes.

Louca pra Netflix subir a segunda temporada logo!

30.11.16

Entrelaçados

30.11.16
Dedos entrelaçados blogagem coletiva
Fonte: Pixabay



Quero outras madrugadas
com seu alento desenhando meu corpo
contornando as linhas espalhadas
pelos quatro cantos do nada.

O mosaico de fotos rasgadas
pela primeira vez se pinta em quadro
estampando o portarretrato
que finalmente sorri satisfeito:

Cada fragmento é uma possibilidade.

***


OBS: Esta postagem mata 2 coelhos com uma cajadada só xD. Por um lado ilustra o desafio "Palavra/Imagem" do Grupo Interative-se, cuja palavra que me foi dada foi "amor", e ilustra o tema do mês do grupo NSE| Não somos escritores cujo tema foi "Com os dedos entrelaçados, eles estavam prontos para conquistar o mundo."


17.10.16

Adjetivos literários

17.10.16
Fonte: Pixabay



Primeiramente #foratemer (nem vou começar a ladainha sobre política aqui no blog, se não vamos horassss.....)

Segundamente, sobre este blog estar sem post desde o dia 20/08:




Eu sei, eu sei. Como já disse em ocasiões passadas, a questão nem é ideias para post. Isso está sobrando, inclusive. Ideias nascem de todos os lugares, inclusive de todos os grupos lindos de que eu participo. Enfim, falta tempo e disposição juntas. 

Mas como eu tinha esse post mais ou menos de rascunho, e entrei num grupo novo de interação (o Interative-se das minhas queridas Tais e Luciana) para o qual quero apresentar um blog decente, vamos aproveitar o entusiasmo e vamos nos esquecer de que nenhuma página funciona e de que eu tenho mil coisas pra arrumar no blog.

Uma coisa sobre que sempre quis falar é justamente sobre a influência da literatura no nosso vocabulário. Não sei se é grande, porque estou sempre pesquisando, mas posso dizer que é significativa a quantidade de palavras que falamos e que são advindas de alguma obra literária ou de algum personagem ou de algum autor.

Quem nunca disse que determinada visão era dantesca, ou que foi uma odisseia conseguir determinada coisa, ou que fez um sacrifício homérico, não é verdade? 

20.8.16

O desafio insuperado de conviver com vizinhos ruidosos

20.8.16
Imagem: Pixabay

j
Todo mundo que me acompanha no facebook sabe que moro numa ilha residencial cercada de sobrados por todos os lados, o que me faz ser-sem-ser extensão de um grande condomínio, ou seja, conformo parte de um lugar em que as distâncias são grandes, mas o espaços, muito pequenos, usando uma metáfora de que gosto muito e que já usei nuns trezentos poemas.

Fazendo jus a isso, meus vizinhos, em uma espécie de metonímia do sujeito contemporâneo, têm fobia de silêncio em um nível que não sei explicar, o que só pode ser um sério problema em lidar com suas próprias subjetividades, tipo, encarar o silêncio é cair no abismo aterrorizante revelador do eu, então, precisamos tapar isso de qualquer maneira, então vamos fazer isso com: ruido! Ruído pra eles, ruído pra mim, ruído pra vizinhança, ruído pr'o bairro... E em momentos "super convenientes", como meia-noite, duas da manhã, sete da manhã no sábado, em um dos únicos dias em que você pode dormir até mais tarde...




Fico pensando, às vezes, se eles não levaram muito ao pé da letra aquela canção do Simon e Garfunkel, The Sound of Silence, quando estes cantam "Fools, said I, you do not know/ Silence like a cancer grows" (Tolos, eu disse, vocês não sabem/ o silêncio cresce como um câncer). Já que se trata uma geração que não sabe interpretar texto, rola de avisar que o silêncio da canção se refere à incapacidade das pessoas de se comunicar e compartilhar coisas, o que deixa todo mundo na estaca zero, porque impor é diferente de compartilhar, e ruído, então...

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